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A maior parte das unidades produtivas da Arcelor Brasil conta com grandes áreas de vegetação, denominadas de “cinturões verdes”. Além de atuarem como ferramenta de controle ambiental, reduzindo o impacto de emissões atmosféricas e do ruído das atividades industriais, essas áreas possibilitam a recuperação de bacias hidrográficas e a proteção de mananciais, bem como promovem a revegetação das matas ciliares e a revitalização paisagística.
Na unidade de João Monlevade (MG), a área verde corresponde a nove vezes a área ocupada pela usina. Em Juiz de Fora (MG), apenas 13,5 hectares dos dois mil hectares que compõem a área total da usina são ocupados por instalações industriais. O restante divide-se em áreas de vegetação nativa e de reflorestamento. A controlada CST, no município de Serra (ES), tem um cinturão verde com 780 hectares, ocupados por vegetação nativa e florestas plantadas, compreendendo mais de 50% de sua área total.
Do total da área pertencente às unidades da controlada Belgo, cerca de 40,8 mil hectares abrigam matas preservadas: 28,5 mil hectares são reservas legais e 5,6 mil são Áreas de Preservação Permanente (APPs), situadas em margens de rios, nascentes, grandes declives e topos. A Arcelor Brasil mantém, ainda, cinco Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) que totalizam 6,7 mil hectares.
DISTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL (HECTARES)
Unidade/ Empresa
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Área Total da Unidade
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Área Construída
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Área de Preservação Permente
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Área de Reserva Florestal Legal
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Área de Reserva Particular do Patrimônio Natural
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Outros (**)
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| Belgo Monlevade |
690,00 |
60,00 |
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518,00 |
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| Belgo Juiz de Fora |
2.000,00 |
13,50 |
120,00 |
400,00 |
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| Belgo Sabará |
111,31 |
3,18 |
82,00 |
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26,14 |
| Belgo Vitória |
83,21 |
7,80 |
23,00 |
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52,41 |
| Belgo Itaúna |
51,62 |
2,33 |
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| Belgo Bekaert Arames - BBA |
22,00 |
15,00 |
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| Belgo Bekaert Artefatos |
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| de Arames - BMB |
71,40 |
6,03 |
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9,70 |
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| CAF Bahia |
18.553,83 |
8.844,32 |
1.592,97 |
4.785,43 |
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| CAF Centro Oeste |
34.518,17 |
24.221,32 |
485,57 |
7.122,19 |
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| CAF Norte |
41.562,01 |
26.418,80 |
1.317,60 |
9.101,79 |
6.337,39 |
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| CAF Rio Doce |
33.386,62 |
21.337,89 |
1.600,98 |
6.890,23 |
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| UHE Guilman Amorim |
906,87 |
100,57 |
193,24 |
182,80 |
253,50 |
156,24 |
| UHE Taquaraçu |
188,12 |
0,50 |
153,22 |
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34,46 |
| CST |
1.338,00 |
523,00 |
102,00 |
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808,80 (*) |
| Vega do Sul |
220,00 |
10,00 |
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76,00 |
74,80 (***) |
| Total |
133.703,16 |
81.564,24 |
5.670,58 |
28.492,14 |
7.184,89 |
269,25 |
(*) Áreas verdes 780 ha e lagoas 28 ha.
(**) No caso das unidades da Belgo, estradas vicinais.
(***) Área de florestas de propriedade da Vega do Sul que serão desapropriadas para criação do Parque do Acaraí.
Essa área é utilizada para passagem do emissário de efluentes líquidos.
Desenvolvido pela Arcelor Brasil em parceria com a Associação dos Maricultores do Paulas (Amacop), em São Francisco do Sul (SC), o projeto Protegendo os Costões tem como objetivo evitar o comprometimento da biodiversidade costeira da região por meio do fornecimento de uma alternativa sustentável para a retirada das “sementes” de mariscos dos costões. Além disso, o projeto contribui para fixar a família na comunidade, promovendo o crescimento da fonte de renda em harmonia com o meio ambiente.
A controlada Vega do Sul fornece suporte para o planejamento geral das atividades e o patrocínio de materiais aos pescadores artesanais, que cultivam mariscos em coletores artificiais para a produção de sementes. A meta da iniciativa é eliminar a retirada de semente dos costões.
Entre os resultados do programa estão: eliminação do risco de extinção do mexilhão Perna perna, preservação do ecossistema e da biodiversidade costeira, incentivo à maricultura local, e maior garantia de emprego, renda e qualidade de vida às famílias beneficiadas.
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