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Realizados em parceria e cooperação com os diferentes segmentos das comunidades, os investimentos sociais da Arcelor Brasil buscam fomentar a criação de redes de relacionamento, em torno do objetivo comum de transformar a realidade, por meio da melhoria dos indicadores de qualidade de vida. As ações abrangem áreas diversas como cultura, meio ambiente, saúde, geração de renda e desenvolvimento urbano, sempre com foco na educação e em atendimento às demandas da sociedade organizada, valorizando o talento local e incentivando a criação de riquezas com sustentabilidade. Em 2005, o total de investimentos sem incentivos fiscais da Arcelor Brasil em projetos e ações sociais alcançou R$ 30 milhões.
Outro aspecto importante do investimento social da empresa é o incentivo à cidadania dos colaboradores com programas de voluntariado empresarial, como o desenvolvido pela controlada Belgo. Estruturado em sete cidades – Piracicaba, Belo Horizonte, João Monlevade, Juiz de Fora, Vitória, Contagem e Sabará –, o programa organizou a participação dos voluntários da empresa no desenvolvimento de 33 projetos e 37 campanhas, entre elas a de doação de medula óssea. O trabalho desses voluntários envolveu 256 instituições e beneficiou quase 18 mil pessoas.

A Arcelor Brasil investe em diferentes projetos de capacitação das pessoas que integram as comunidades no entorno de suas unidades. Promover os talentos locais é uma forma de incentivar a sustentabilidade da sociedade. Um dos exemplos dessa forma de atuação é o Programa Educação e Empregabilidade, realizado pela controlada Vega do Sul.
A partir da identificação de áreas carentes de mão-de-obra na região de São Francisco do Sul, foram estabelecidos os cursos do Programa Educação e Empregabilidade, com o objetivo de promover o desenvolvimento profissional da população local. O programa, inspirado nos resultados do curso de Eletromecânica realizado durante a implantação da Vega do Sul, oferece formação técnica gratuita nas profissões de garçom, camareira, atendimento comercial, cozinheiro e técnico de enfermagem. Em 2005, contou com a participação de 206 alunos.
Uma pesquisa por amostragem realizada após a conclusão do curso indicou que 63,6% dos candidatos estavam desempregados quando começaram as aulas e, ao final, 59% conseguiram se empregar.
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